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sábado, 30 de maio de 2009

Angústia




O coração diz:
Adoro-te
As circunstancias dizem:
Não posso!
O amor diz preciso de ti
E a razão pergunta:
porquê?
O meu olhar chama-te ,
O meu silencio afasta-te
Fecho os olhos e sinto-te aqui...
Quando olho, não estás...
Quero tocar-te mas sinto o vazio
Quero beijar-te mas engulo em seco o desejo
Quero ouvir a tua voz, mas só ouço o grito do silêncio
Quero chamar-te mas a solidão cala-me...
Apesar de toda a distancia o coração diz:
Procura!
O medo fala:
Não faças isso!
A esperança grita:
Mas o momento diz:
A tua presença e o que eu mais desejo
E a tua ausência a minha maior DOR.
(elianecosta)

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Não me faça sofrer!

Por quê me fizeste chorar?
Nessa tua ausência silenciosa

Misteriosa mais que silenciosa

Difícil de entender, mais ainda compreender...

Acreditei que amizade desenvolvia felicidade

Acreditei que amizade reduzia sofrimento

Acredite que amizade duplicaria minha alegria
Acreditei que amizade dividiria nossa DOR!

Ledo engano!

Você estar me machucando

Com a pior das atitudes, com o teu silêncio

E tua ausência mais presente...

E a distância mais curta

Difícil, não é lutar por aquilo que se quer...

E sim dessistir daquilo que se ama

Eu aqui estou dessistindo de você,

Não pense que é por falta de coragem de lutar

E sim por não ter mais condição de sofrer

Porque eu também não quero mais chorar...

(elianecosta-01.03.2009)

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Trsiteza



Não era tanto... Mas não cabia no peito
Era mais que pranto com lágrimas e olhos vermelhos
Assim pelo meu desespero,
Por despetalar o que fora inteiro
A dor era o amargo lenitivo
Era fronteira que dividia os sentidos...
E unificava os versos como música
Ah! Se aquela estação fosse a última!
Se não houvesse tantas após
Se o tempo não fosse meu próprio algoz
Quando a noite findava a loucura
Adormecia em Sol menor e despertava com a Lua
Seguia os áureos ventos que insinuavam as veredas
Era um peregrino das paisagens serenas
Mas se aproximava o temporal e o cataclismo
Agora a brisa é vendaval, e ascensão é declínio
Via o vão abissal que fragmentava minha alma
Eu já não era imortal como imaginava
Assim como o palco vazio de um teatro
Meu espírito num monólogo e... fim do primeiro ato!
Resta-me o império devastado,

E uma esperança em ruínas
Que antes da noite chegar,
Tu me levarás a vida
Agora... sou constelação de uma estrela
Sei que não é o momento... Mas desculpe minha tristeza...
(Rodrigo Q.)11.02.2009

domingo, 21 de dezembro de 2008

Águas...


Águas

Água dos meus sonhos
Leva contigo essa tristeza
De saber-me só
Marcando passos
Nas veredas da dor
Água dos meus sonhos
Trás de volta minha certeza
De seguir em frente
Tecendo laços
Nas veredas do amor
Água dos meus sonhos
Leva contigo a incerteza
Que de mim se apossou"
Possibilidades esgotadas"
Sob o jugo da dor...
dor do desamor
Água dos meus sonhos
(Em14.12.2008)